Tenho medo, um moinho de vento e uma vida submergida. Uma costura na boca, um sobressalto e uma incapacidade de existir sem assombrações. Uma casa no campo, um cultivo abandonado, um limite de mar no corte de uma sentença. Uma chaga de areia onde piso. Tenho um vestido que encantaria, uma vontade, um sentido. Uma possível permanência em locomoção. Porquê então?
4 comentários:
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A nossa casa, Às vezes tudo o que nos resta de seguro.
Um refúgio...um casulo.
Bjs
Tenho medo, um moinho de vento e uma vida submergida. Uma costura na boca, um sobressalto e uma incapacidade de existir sem assombrações. Uma casa no campo, um cultivo abandonado, um limite de mar no corte de uma sentença. Uma chaga de areia onde piso. Tenho um vestido que encantaria, uma vontade, um sentido. Uma possível permanência em locomoção. Porquê então?
Ana Salomé
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