não chores, A.miga, não chores
não vale a pena. eu sei o que já passaste e sei que não há nada que te derrote se tu não deixares
não deixes
não desistas agora quando tão importante é não desistires. já passaste por bem pior e não te deixaste vencer. eu sei. eu lembro-me. eu lembro-me. eu estou aqui mas não me esqueço
11 março 2009
05 março 2009
28 fevereiro 2009
...with a bang...
A verdade é que nunca serei uma pessoa "confiável", nunca estarei direito, nunca serei sério, jamais precavido e raramente ajuizado.
As minhas ideias e o meu dia-a-dia dependem mais do meu estado de espírito do que de mim...
Isso não me impede de sentir, pelo contrário, sou isso, o sentimento, a emoção.
Vou-me vender agora, amanhã, não por gosto na venda, não que esteja para aí virado, mas porque agora gosto mais da estabilidade do que de mim...
vou dormir com menos sossego, dormindo na mesma. Já sei que vou acordar menos cedo, criticado, mas não me importo. O que me importava já morreu. E eu vou seguindo, apagando aos poucos a luz. Treinando para me tornar frio, frio não fosse...
quero que se lixe, mais uma vez me senti indesejado, mais uma vez não consegui dormir bem, em paz. mais uma vez
falar é fácil, para mim também, dormir assim nem por isso
mais uma vez
(que se lixe, siga!)
As minhas ideias e o meu dia-a-dia dependem mais do meu estado de espírito do que de mim...
Isso não me impede de sentir, pelo contrário, sou isso, o sentimento, a emoção.
Vou-me vender agora, amanhã, não por gosto na venda, não que esteja para aí virado, mas porque agora gosto mais da estabilidade do que de mim...
vou dormir com menos sossego, dormindo na mesma. Já sei que vou acordar menos cedo, criticado, mas não me importo. O que me importava já morreu. E eu vou seguindo, apagando aos poucos a luz. Treinando para me tornar frio, frio não fosse...
quero que se lixe, mais uma vez me senti indesejado, mais uma vez não consegui dormir bem, em paz. mais uma vez
falar é fácil, para mim também, dormir assim nem por isso
mais uma vez
(que se lixe, siga!)
19 fevereiro 2009
vamos
vamos avançando, passo, passo.
com o tempo aprendemos a tocar o que nos rodeia, a trocar por uma opinião menos determinada...
vamos, passo,
demora a entender a nossa idade, a nossa indisponibilidade, as novas certezas, os novos ocasos...
ainda gosto d
com o tempo aprendemos a tocar o que nos rodeia, a trocar por uma opinião menos determinada...
vamos, passo,
demora a entender a nossa idade, a nossa indisponibilidade, as novas certezas, os novos ocasos...
ainda gosto d
17 fevereiro 2009
You see faces...
Hear it in my spirit
I've seen heroin for myself
On the street so young laying wasted
Enough ain't it enough
Crippled world
I just can't bring myself to see it starting
Tell me how I fear it
I buy prejudice for my health
Is it worth so much when you taste it?
Enough there ain't enough hidden hurt
A time to sell yourself
A time for passing
Spirit
How long?
Spirit
...
Spirit
Spirit
How long?
Spirit
How long?
Spirit
13 fevereiro 2009
despido
amo os meus caracóis (que devem estar a ir para a minha cama), amo os meus sobrinhos (que me tratam como um padrinho), amo a minha mãe (que nunca pára de pensar em mim), amo o meu pai (que já morreu), amo o meu sogro (que é das pessoas mais puras que há no mundo), amo a A. (que me faz tanta companhia), amo o José Sérgio (que me diz olá com o meu pai), amo uma criança que não conheço (mas faço questão de apadrinhar), amo a minha mulher (que bem tenta não ser de ninguém), amo o mundo (que me faz sentir assim...).
com tanto amar, e sol, e lua, mar, ocaso, nascente... vou seguramente dormir mais tranquilo. hoje, tal como anteontem e no dia que o antecedeu fui ver o meu filho nadar.
já não tenho desculpas para dizer que faço o que faço por obrigação ou por caridade. faço porque gosto. e porque quero atingir um fim. quero que olhem para as minhas mãos, para a pele que se enruga e quero gostar do que sou.
com tanto amar, e sol, e lua, mar, ocaso, nascente... vou seguramente dormir mais tranquilo. hoje, tal como anteontem e no dia que o antecedeu fui ver o meu filho nadar.
já não tenho desculpas para dizer que faço o que faço por obrigação ou por caridade. faço porque gosto. e porque quero atingir um fim. quero que olhem para as minhas mãos, para a pele que se enruga e quero gostar do que sou.
12 fevereiro 2009
com'a mim
andam cheios de piolhos, se viessem do meu quintal eu não me importava. até podiam ser carraças ou abelhas, monstros com seis patas e duas pistolas.
agora piolhos... já me bastam vírus, sentenças, coisas na cabeça que eu não sei
distracções, alheamentos, preponderâncias.
não sei se é dele ou se algum "touro" o empurra
completo, complexo, está a montar um mundo onde não quer que eu chegue. nem eu nem ninguém. está a ver se fica parecido comigo, e eu tenho medo. medo de o deixar ir. medo de não o conseguir ver. medo que se sinta assim...
como eu
agora piolhos... já me bastam vírus, sentenças, coisas na cabeça que eu não sei
distracções, alheamentos, preponderâncias.
não sei se é dele ou se algum "touro" o empurra
completo, complexo, está a montar um mundo onde não quer que eu chegue. nem eu nem ninguém. está a ver se fica parecido comigo, e eu tenho medo. medo de o deixar ir. medo de não o conseguir ver. medo que se sinta assim...
como eu
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